ENSINO ESPECIALIZADO


“O atendimento educacional especializado tem como função identificar, elaborar e organizar recursos pedagógicos e de acessibilidade que eliminem as barreiras para a plena participação dos alunos, considerando suas necessidades específicas. As atividades desenvolvidas no atendimento educacional especializado diferenciam-se daquelas realizadas na sala de aula comum, não sendo substitutivas à escolarização. Esse atendimento complementa e/ou suplementa a formação dos alunos com vistas à autonomia e independência na escola e fora dela.”

Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva, MEC, OUTUBRO DE 2007







domingo, 27 de setembro de 2015

Que direito tenho ao meu corpo


Ver os vídeos, ler os textos, indignar-se, surpreender-se e por fim refletir.Necessário.Desde a semana passada, ando as voltas com a pergunta: Que direito tenho ao meu corpo?Essa questão surgiu num grupo de pesquisa do qual faço parte, como proposta de um trabalho interdisciplinar, ou melhor, transdisciplinar sobre SAÚDE. Parece-me que determinados temas estão comigo dialogando o tempo inteiro, sei que não é por acaso, mas isso não diminui ou inferioriza meu desconforto, estranhamento.Não há como falar das dificuldades e prazeres da vida docente, sem, necessariamente, falar de nós mesmos, pois como a música do Pink Floyd afirma “somos também tijolos do muro” e não vai nessa percepção nenhuma intenção de acomodação, nem mesmo de desespero ou impotência. É exatamente o contrário!Fico pensando... Chegar a um pensamento ou a uma crença em sua origem autônoma é um longo processo, porque isso que chamamos de autonomia é o resultado das aprendizagens que realizamos ao longo do tempo, em interação, coletivamente e com responsabilidade. Mas será esse um processo presente na vida de todos os docentes? Participar desse processo é sempre consciente?O refrão da música me mobiliza: “Hei professor, deixe as crianças sozinhas, afinal você é apenas outro tijolo no muro, não precisamos de sarcasmo. Hei professor, deixe as crianças sozinhas”.Professores e alunos não estão em lados opostos, o jovem de hoje é o homem de amanhã, o aluno de hoje será o docente de amanhã.



Mudar os rumos do processo educativo significa rever a formação docente, do olhar disciplinar para um olhar globalizante, nesse sentido parodiando as palavras da Ana Patrícia Silva penso que a diversidade de corpos, de mentes e de realidades não pode ser vistas como um problema a ser superado, mas como um rico recurso para apoiar e promover a aprendizagem de todos.






Porque é preciso construir uma nova mentalidade 3




CEDUCE

Porque é preciso construir uma nova mentalidde 2


Porque é preciso construir uma nova mentalidade 1

O segundo dia do "Ciclo de Debates Dialogando Sobre Possibilidades na Educação Básica" aconteceu no dia 11  de setembro e buscou problematizar o papel da escola no desafio de adaptar o currículo formal para atender aos alunos com deficiência e possibilitar-lhes acesso ao mundo do trabalho.

A mesa-redonda, mediada pelo professor Marcio Nogueira de Sá, do Laboratório de Criatividade, Inclusão e Inovação Pedagógica (LACIIPED), foi composta pela professora Ana Patrícia da Silva, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), e Márcia Marin Vianna e  Márcia Maretti, docentes do Colégio Pedro II com atuação no Núcleo de Atendimento a Pessoas com Necessidades Específicas (NAPNE) no Campus Engenho Novo II. Participou ainda da mesa-redonda a professora Giseli Pinto, com experiência em formação profissional de pessoas com deficiência e atuação no SENAI, formando jovens surdos para o mercado de trabalho.
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